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As causas e o tratamento da doença de Alzheimer enfim descobertos!
Essas informações merecem ser agregadas a outras, como a influência sobre a saúde do meio ambiente e do modo de vida, incluindo crenças, pensamentos, alimentação e exercícios físicos, bem como os processos de limpeza dos vários níveis do ser.
Transcrição do vídeo:
A identificação do sistema Vigília/Sono nos permitiu descobrir as verdadeiras causas da doença de Alzheimer e de explicar seus sintomas. Doravante, será possível prevenir esta terrível doença, interromper sua evolução e restabelecer as funções mentais. A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa do tecido cerebral, ligada à idade, que leva à perda das funções mentais, principalmente da memória. Ela é provocada pela queda radical das secreções pineais dos três hormônios que constituem o sistema Vigília/Sono. Ela foi inicialmente descrita pelo médico alemão Aloïs Alzheimer, em 1907. Ele evidenciou a presença de dois tipos de lesões no cérebro: as placas senis, constituídas pelas proteínas Beta-amilóides, e as degenerescências neurofibrilares, constituídas pelas proteínas TAU. O sistema Vigília/Sono que regula a vida do organismo é constituído por três hormônios secretados pela glândula pineal durante a noite: - a Melatonina (MLT) é o hormônio neuroprotetor, ele protege os neurônios da ação destruidora dos radicais livres oxigenados; - o 6-Methoxy-Harmalan (6-MH) tem propriedades psicoestimulantes extremamente elevadas, comparáveis ao LSD. É o hormônio da vigília, da cognição e mais geralmente o hormônio do dia; - a Valentonina (VLT) é o verdadeiro hormônio do sono. É o hormônio da noite. A glândula pineal secreta simultaneamente esses três hormônios. Essa secreção é controlada pelo núcleo supraquiasmático. Ao deitar, ele desencadeia a secreção desses três hormônios pela glândula pineal, durante 8 horas. Assim, para uma pessoa acostumada a deitar às 22h, o núcleo supraquiasmático vai desencadear, por vias nervosas, a secreção dos 3 hormônios. A partir de 22 horas e durante 8 horas. No nosso exemplo, a secreção pineal vai se interromper às 6h da manhã. Mas, em todos os casos, a secreção dos 3 hormônios pela glândula pineal durará 8h, qualquer que seja o período do ano ou a duração da noite. Na glândula pineal, as biossínteses dos 3 hormônios efetuam-se a partir da serotonina, em 3 etapas de acetilação sucessivas sob a ação de uma mesma enzima: a N-Acetiltransferase (NAT). A Melatonina sendo uma etapa intermediária nessa cascata bioquímica, a medida de sua concentração no plasma sanguíneo pode servir de marcador da secreção dos 3 hormônios pineais e, portanto, do sistema Vigília/Sono. À medida que ocorrem suas biossínteses na glândula pineal, os 3 hormônios são liberados no sangue. Eles vão se distribuir no organismo e alcançar seu lugar de ação. Eis a evolução da concentração plasmática dos 3 hormônios durante 24h. Observa-se 2 períodos: - Um período de secreção dos 3 hormônios, de 22h às 6h da manhã. As concentrações da Valentonina no organismo são superiores às do 6-Methoxy-Harmalan. O organismo encontra-se em modo sono. - Um período de diminuição das concentrações dos 3 hormônios entre 6h da manhã e 22 h. A partir das 6h da manhã, no fim da secreção pineal, assiste-se a uma eliminação rápida da Melatonina e da Valentonina. A partir deste momento, a prevalência do 6-Methoxy-Harmalan faz o organismo passar para o modo vigília, até 22h. Uma vez distribuídos em todos os tecidos do organismo, os 3 hormônios pineais vão exercer suas ações de proteção celular e de regulação das vidas psíquica e vegetativa do organismo. Durante o período de repouso, a Melatonina vai eliminar os radicais livres oxigenados presentes em todos os tecidos do organismo. Esses radicais livres são produzidos pela respiração. Entre os principais podemos citar o O2 -, e o radical HO. São compostos oxigenados que possuem um elétron solteiro (électron célibataire). Eles são extremamente reativos e levam a uma destruição progressiva das células do organismo, em particular dos neurônios. Graças às suas poderosas propriedades redutoras sustentadas pelo átomo de carbono situado em posição 2, a Melatonina vai capturar esses radicais livres ao se transformar em 2-oxo-melatonima, ulteriormente eliminada por via sanguínea. A distribuição da Melatonina no tecido cerebral, a partir de 22h, vai capturar os radicais livres oxigenados acumulados durante o período de atividade. Simultaneamente à sua redução, a Melatonina é oxidada em 2-oxo-melatonina que é, a seguir, eliminada por via sanguínea. Assim, às 6h da manhã, no fim da secreção pineal, os tecidos nervosos encontram-se depurados. Por seu lado, a Valentonina e o 6-Methoxy-Harmalan assumam sucessivamente a regulação das vidas psíquica e vegetativa do organismo, modulando, de maneira seletiva, as respostas de alguns receptores dos 7 principais neurotransmissores: - Serotonina: receptores 5-HT2C - Noradrenalina: receptores alpha2 - Dopamina: receptores D1 e D2 - Adrenalina, Histamina, GABA, Acetilcolina e modulando as secreções da 7 glândulas endócrinas do organismo. Portanto, a glândula pineal controla o funcionamento delas. À maneira do Yin e do Yang, a Valentonina e o 6-Methoxy-Harmalan têm efeitos opostos. As regulações da vigilância, da pressão arterial e do tônus muscular resultam das ações opostas da Valentonina e do 6-Methoxy-Harmalan sobre os receptores 5-HT2C da Serotonina, os receptores alpha2 da Noradrenalina e os receptores D1 e D2 da Dopamina. Entre 22h e 6h da manhã, a Valentonina diminui a vigilância por ativação alostérica dos receptores 5-HT2C serotoninérgicos, o que tem por efeito manter o estado de sono. A Valentonina diminui a pressão arterial e a freqüência cardíaca por ativação dos receptores alpha2 noradrenérgicos. A Valentonina provoca um relaxamento muscular por ativação dos receptores D1 e D2 dopaminérgicos. Inversamente, entre 6h da manhã e 22h, o 6-Methoxy-Harmalan aumenta a vigilância por antagonismo dos receptores 5-HT2C serotoninérgicos, o que tem por efeito manter o estado de vigília. O 6-Methoxy-Harmalan aumenta a pressão arterial e a freqüência cardíaca por antagonismo dos receptores alpha2 noradrenérgicos. O 6-Methoxy-Harmalan provoca uma contração muscular por antagonismo dos receptores D1 e D2 dopaminérgicos. A proteção dos neurônios contra os radicais livres oxigenados e o funcionamento do organismo durante 24 horas dependem da importância das secreções dos 3 hormônios pela glândula pineal. Como acabamos de ver, a Melatonina é um marcador quantitativo dessa secreção. Na prática, é preciso medir a concentração da Melatonina no plasma sanguíneo a partir de 1h da manhã para conhecer o nível de secreção pineal num indivíduo. Nós medimos durante 24h as secreções pineais de Melatonina em 12 sujeitos jovens e 12 sujeitos idosos. As variações da secreção pineal entre os diferentes indivíduos são consideráveis. Observa-se um fator 13 entre as secreções pineais extremas nos sujeitos idosos. Em média, a secreção pineal de Melatonina diminui com a idade. No entanto, é num sujeito de 73 anos que encontramos o valor mais alto, com uma concentração plasmática de Melatonina igual a 124,7 picogramas por mililitro (pg/ml). Existem, portanto, desigualdades evidentes das secreções pineais entre os seres humanos. Pode-se qualificar de secreções pineais normais valores do marcador Melatonina incluídas entre 20 e 200, com um valor médio igual a 50 no jovem adulto sadio. Nas psicoses, a secreção pineal é excessiva, com um marcador provavelmente superior a 200. Os distúrbios do sono aparecem quando o marcador cai abaixo de 10. Assim, os indivíduos nos quais a secreção pineal é fraca têm problemas de sono e são particularmente expostos às doenças neurodegenerativas, tais como as doenças de Parkinson e de Alzheimer. Por ocasião do envelhecimento, tornam-se vítimas dessas doenças assim que a Melatonina cai para um valor que pode ser situado a 5 picogramas por mililitros de plasma. A queda drástica das secreções pineais é claramente relacionada aos sintomas da doença de Alzheimer. Na ausência de Melatonina os radicais livres oxigenados produzidos durante o período de atividade deixam de ser eliminados durante a noite. Assiste-se então a uma destruição progressiva dos neurônios, ilustrada pela presença cada vez mais importante das placas senis e das degenerescências neurofibrilares. No decorrer da evolução da doença assiste-se às quedas drásticas conjuntas dos 3 hormônios pineais. A transmissão dos influxos nervosos nos neurônios sobreviventes não é mais suficientemente modulada pela Valentonina e o 6-Methoxy-Harmalan. Isso ocorre com os neurônios serotoninérgicos 5-HT2C sobreviventes, implicados na regulação da vigilância. A falta de Valentonina durante o período de descanso permite explicar os distúrbios do sono e da memória, enquanto que a falta de 6-Methoxy-Harmalan durante o período de vigília explica os distúrbios da cognição e, mais geralmente, a perda das funções mentais. A partir de 60 anos de idade, uma avaliação da função endócrina da glândula pineal deve ser feita, dosando a melatonina no plasma sanguíneo. A detecção de um marcador fraco demais, inferior a 5, será o aviso e permitirá dar início a um tratamento. Até a descoberta do sistema Vigília/Sono, a total ignorância das causas da doença de Alzheimer teve por conseqüência não existir até hoje um tratamento digno de interesse. Como a doença de Alzheimer é devida a um déficit importante da secreção pineal, somente um tratamento substitutivo, por administração dos 3 hormônios, pode ser levado em conta. Esses hormônios devem então ser ministrados durante o período de secreção da glândula pineal, ou seja, durante a noite. No que diz respeito à Melatonina, ela deve ser ministrada por via oral, de noite, ao deitar, na dose de 3 mg. Esta dose é suficiente para assegurar a eliminação dos radicais livres oxigenados durante a noite. A Valentonina e o 6-Methoxy-Harmalan devem ser ministrados em associação durante o período de descanso que dura por volta de 8h. As modalidades de administração são extremamente cruciais. Elas devem permitir reproduzir, com a maior exatidão possível, as curvas de secreção fisiológica dos 2 hormônios. Na prática, só uma administração transdérmica, na forma de selos com 2 reservatórios contendo Valentonina e 6-Methoxy-Harmalan numa proporção de 4 para 1, permite reunir essas condições. O selo deve ser aplicado à noite ao deitar e ser retirado de manhã ao acordar, isso para respeitar os horários dos modos vigília-sono. Trata-se de um tratamento substitutivo pelos hormônios naturais, destinado a compensar a deficiência das secreções da glândula pineal. Ele é administrado no período de secreção. As doses absorvidas durante 8h são de 100 microgramas de 6-Methoxy-Harmalan e 400 microgramas de Valentonina, correspondendo às secreções fisiológicas. Esse tratamento garante a ausência de efeitos indesejáveis. Se ele for começado em tempo, os pacientes recuperarão o sono, a memória e a integralidade de suas funções mentais. Levando-se em conta os papeis precisos da Valentonina e do 6-Methoxy-Harmalan no funcionamento do organismo, é legítimo pensar que nenhum outro tratamento da doença de Alzheimer pode ser levado em consideração. |